quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Dicas de voo para quem vai fazer voo-livre de asa ou parapente em Tacima PB



Fiz esse video pra explicar o início do voo de Tacima, PB aos pilotos amigos que vão voar pela primeira vez no local.

É uma análise da rota de voo de asa-delta ou de parapente quando se decola de Tacima PB (Proximo de Araruna PB) com destino ao sertão cearense.

A rota e a exportação dos waypoints pode ser acessada nesse link:
https://xcplanner.appspot.com/?l=leonardo&p=%7Cptf%40r%7BsxEcbp%40rmfBo%7CRfll%40%7DkJfvMgaTxnl%40_cVvwwAupO%60fgAwkUl%7Dq%40itZhwyA%7BmVhpw%40otz%40%7Bbi%40ble%40z%7CpBe~p%40%60tLp_GrqDzjUxgm%40e%7BIfdyAqzr%40thpBgla%40%60%7Dm%40&s=20.0&a=0

Espero que ajude e aumente a segurança, bem como a velocidade do voo para os colegas que vão a este paraíso do voo-livre voar seus recordes pessoais e, para alguns abençoados, recordes mundiais e continentais.

Bons voos.

Link direto pro video: https://www.youtube.com/watch?v=8s8UHaCa1Ow


quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Wills Wing, a encantadora fábrica californiana de asas-deltas que ultrapassou todos os momentos do voo-livre


"Building Dreams" é um lindo vídeo sobre o vôo-livre de asa-delta que conta a história da fábrica Californiana de Asas "Wills Wing". Como protagonista principal está o simpático presidente e engenheiro de design, Steve Pearson que tivemos o prazer de conhecer pessoalmente em nossa visita à fábrica em 2011. 

No filme, Steve compartilha sua paixão pelas asas-deltas a seus pensamentos sobre o desenho dessas máquinas voadoras que ele descreve com o equipamento que consegue deixar o ser humano mais próximo da sensação de voar vivida pelos pássaros.

A Wills Wing é uma das poucas fábricas de asa que passou por todos os momentos do vôo livre, desde a década de 70 até os tempos atuais. É a fábrica mais automatizada do mercado e provavelmente uma das maiores.

Confira o vídeo e curta com com o volume alto!



domingo, 27 de dezembro de 2015

Serra do vulcão em Nova Iguacu no estilo MadMax

Sempre muita aventura para conseguir subir a serra do vulcão em Nova Iguaçu, RJ.

Na compania dos amigos locais, Nininho Perez e Nêgo Givanildo a barca Vils Brothes + Cristiano Nunes (o adotado), conseguiu subir o vulcão na Gaiola estilo MadMax 1.

Só faltou a trilha sonora da Tina Tunner.  

E foi lindo o passeio do Vulcão até o Grumari, com direito a sobrevoo na pedra do telégrafo de Guaratiba, praia da Macumba no Recreio dos Bandeirantes e lift na concha da prainha.  Coisa linda. 

Para relaxar, aquele pouso perfeito com o time todo junto na Grumari, com banho de mar e cerveja gelada. 

E claro, com a ajuda perfeita do amigo e resgate Jean.

Depois foi aquela missão chata de comer costela de boi e picanha na chapa perto da casa do Cristiano e seguir para uma sauna à vapor para terminar de expelir as cervejas. 

Obrigado Rio de Janeiro.  Vem verão!!!!




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Erick Vils
erick@vils.com.br
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sábado, 11 de outubro de 2014

Tão perto e tão longe: Petropolis com vôo raro de acontecer!






Tão perto e tão longe!
Este sábado 11/out fui com o Cedrick e uns amigos de vôo para tentar voar na condição de vôo especial que estava prevista com nuvens bem altas em Petrópolis.
Há 16 anos frequentamos as rampas da cidade imperial e sempre nos foi imposto pela natureza um bloqueio natural na rota Petropolis -> Juiz de Fora sobre a BR-040 por causa das cadeias de montanha que cercam a rodovia BR-040, do terreno montanhoso e da total escassez de pousos seguros para uma asa-delta.
Sempre que eu passava pela rodovia eu percebia que havia apenas 2 pousos possíveis na rota para Itaipava. Um perto da entrada de Araras (dentro de um Vale) e o outro era o Heliponto na beira da estrada bem em frente à feirinha de moda de Itaipava. Pensava comigo: "Um dia vou pousar aqui. Já tem até a biruta.".
A distância de vôo nem é tão longa (uns 20km ou menos), mas com obstáculos naturais de 1.800m no caminho tudo fica mais complicado.
A previsão dizia que teríamos um teto de nuvens a 3.000m ou mais.
Decolamos e percebemos que o vôo estava mais fraco que o previsto, mas as nuvens altas estavam lá. Só estava difícil alcançá-las.
Decidimos jogar para cima da alta cordilheira a oeste da rampa do Parque São Vicente, onde ficam instalados os radares do sistema militar CINDACTA que é responsável por rastrear e controlar o espaço aéreo brasileiro. É uma construção enorme instalada sobre um cume de pura mata atlântica chamada Pico do Couto, com 1.800m acima do nível do mar.
Jogamos para lá e depois de quase 1 hora tentando "escalar" o Pico do Couto com segurança, pegamos o único "canhão" consistente do dia que nos jogou a 2.400m sobre o nível do mar (600m sobre os radares).
Era a chance de ouro. O vento empurrava para Itaipava e tínhamos a chance de pegar outra térmica no caminho que poderia nos jogar na base das nuvens que já estavam a uns 3.200m nesse momento.
Lá de cima víamos Miguel Pereira, Paty dos Alferes, Araras, Petropolis e Itaipava. Embaixo, cada pedregulho pontudo estilo "Pão de Açúcar que tomou anabolizante para equinos". O Pão de Açúcar tem uns 400m. Os de lá tinham 1.800m.
Preferimos jogar para cima da BR-040 e garantir os 2 pousos que conhecíamos. Havia a opção de jogar embaixo da altas nuvens que cobriam a cordilheira que divide Araras de Paty, mas teríamos de pousar em Paty, com terreno mais alto e "esburacado" que não conhecíamos. Estradas, só de terra.
Chegamos sobre o primeiro pouso com segurança, engatamos em outra térmica no azul que nos jogou a 2.000m. Esticamos para cima do pouso da feirinha e ganhamos novamente até uns 1.900m. Pronto, o pouso do Heliponto estava garantido.
Agora era tentar chegar nas "monstras" que estavam pairando sobre a cordilheira e se mantinham a 3.200m.
Jogamos embaixo delas no Rotor (sotavento) da pedra Pedra Bonita de Itaipava, mas após tentarmos sem sucesso, decidimos por terminar o vôo e voltar em segurança para o pouso do heliponto da feirinha de Itaipava.
É, depois de 16 anos, em um dia especial, conseguimos "voar para trás da rampa de Petropolis" e ainda terminar o dia comendo um pastel e um churros na feirinha.
Agradecimentos especiais para a super esposa Fernanda que nos resgatou rapidinho e ainda conseguiu nos esperar desmontar a asa curtindo uma água de coco à sombra da feirinha.


Track do voo: http://www.portaldovoo.com.br/leonardo/flight/12768

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Leituras visíveis para uns e invisíveis para outros

Pilotos de vôo-livre precisam desenvolver algumas "leituras" que a maioria dos esportes não precisam.

Nas regatas de veleiros, zonas de calmaria ou rajadas podem ser "lidas" na superfície da água através da presença de mini ondas.

No vôo, mais uma dimensão é inserida e deve ser prevista e praticada pelos esportistas que querem aprofundar sua técnica e aguçar os sentidos.

Vou propor um exercício de navegação e orientação sem o uso de instrumentos:

Na foto em questão, se você só sabe que está sobrevoando a região localizada entre o Rio de Janeiro e de São Paulo, e como pode ser visto na foto você está próximo ao oceano, tente deduzir se a foto foi tirada de manhã, de tarde ou próximo do meio dia. Obs.: Foto tirada no mês de agosto (inverno).

Faça um zoom na foto, se necessário.

E se na foto você visse uma fumaça bem definida no local onde pretende pousar e essa fumaça estivesse da esquerda para a direita. Você deduziria que o vento no pouso está em qual quadrante? Sul, norte, leste ou oeste?

quarta-feira, 19 de março de 2014

Para onde as asas devem evoluir?

Tenho refletido muito sobre as futuras evoluções das asas. 

De um lado, as asas rígidas com seus aparatos, performance e, claro, complexidade para montar e um peso extra, e de outro lado, os parapentes com sua praticidade extrema, mas com muito mais instabilidade em vôo e baixa performance.  
  
Acredito que o grande desafio dos fabricantes de asa seja a criação de asas flexíveis que fiquem mais leves no ombro, mais fáceis de montar e desmontar e quando estiverem no breakdown fiquem com menos de 3 metros.  Claro que sem perder performance. 

Os atuais 4m no breakdown são o limite dos porões de aviões para transporte em viagens.  É um parto transportar um asa em um cia aérea. 

As complexidades aumentaram muito o peso das asas e os procedimentos de montagem.  

As paninhos (asas pano-simples) de antigamente são bem mais leves que as asas de carbono de hoje em dia.  

Os parapentes estão aí para provar que a praticidade tem o seu valor. Eu chutaria que já são mais de 15 pilotos de parapente para cada 1 piloto de asa-delta flexível. 

Mas o que pode ser feito para reduzir a complexidade atual?


Eu tenho reduzido meus equipamentos nos últimos anos, como, por exemplo:


1) Voltei do mosquetinho preso dentro da asa para o mosquetao tradicional com hangloop.  

2) parei de filmar os voos por causa da tranquerada. 

3) troquei o casulo de 2 placas pelo de placa única que o Nene evoluiu.  

4) não tenho usado mais a capa de chuva grossa. 

5) prendo meu vario e meu Spot rapidamente com um engate rápido na Cordinha de segurança. 

6) adorei o baú de fibra com tampa  do cinto do Nene onde jogo rápido as mordomias mais miúdas sem ter de dobrá-las.  

7) não tenho mais radio-base no carro.  Só dava defeito e trabalho para montar antena etc. 

8) o radinho de vôo está com os dias contatos.  Quando chegar a tecnologia de ver o outro piloto no próprio "variometro" eu vou parar de usar radio.  

9) o sistema de resgate que montamos já dispensa o rádio base e a comunicação com o piloto em vôo.  É apenas um Tablet com chip 3G no carro contendo a página do Flytrace aberta e um aplicativo de GPS de carro offline instalado.  Nem mesmo o GPS automotivo é necessário. E mais: se eu pousar e tiver internet onde eu estiver, até monitoro o carro e descubro onde o resgate está, pois tem um aplicativo rastreador no Tablet que mostra em um mapa o veículo. 





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Erick Vils
erick@vils.com.br
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quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Relato do Dudu MS sobre o voo do recorde em Tacima






 Bom galera, meta dos 500 alcançada, que venham os 600 agora...!
 Em 2006 vim pro Nordeste a primeira vez com Chico Santos, Moikano, Dan, Didi e Serjão, desde então todo ano por aqui aprimorando o meu XC e prospectando as rotas.
 Depois do recorde do André Wolf de 454km  em Quixadá, achei que seria melhor decolar de algum lugar mais a leste, para ter o voo do sertão pelos 500 km a serem percorridos, que estavam latentes em meus pensamentos.
 Thales vivia me convidado para ir voar em Tacima (Araruna) e na primeira temporada que lá voei tive convicção que o sitio e a rota seriam perfeitos para os 500.
 A rampa tem 150 metros de altura... É natural, de pedra, tem um shape perfeito, o vento entra liso mesmo sendo forte. está a 10 minutos da pousada do Edvaldo.
Despertador tocou 4.45am; 6.05am saindo da pousada; 7.46am no AR! 
 não perdemos muito tempo no lift, 8.06 estavamos na base, 1000m do mar, apenas 400m acima do primeiro platô, por isso saimos conservador, no piriri, pelos primeiros 20km. na primeira hora de voo, 40 km. Deixamos Santa Cruz a direita e depois de Campo Redondo foi só alegria! O Glauco me mostrou um cloud street animal a direita, já chegando no platô de Lagoa Nova, com 2 horas de voo, 120km, teto 1750. Nos perdemos do Dudu de Brasilia, e o voo continuou muito rápido. 
 O teto não tava alto (1800m), as térmicas não estavam fortes(3m/s), e nem o vento tão forte, 25km/h (algumas vezes vi 35km/h). Mas é muito constante, tem muita térmica! e os entreciclos foram pequenos.
 A média vinha caindo, mas o céu sempre bonito, e o parceiro Glauco sempre voando por perto, o Dudu DF apenas no radio. Na cabeça os 500, é possivel!
 Passamos aberto a direita do açude do Castanhão, depois a esquerda de Quixadá, bem em cima da pousada do Almeida na Joatama. 3.10pm
 Dali pra frente as nuvens já não estavam tão agrupadas, desisti de Tamboril que era o gol, e comecei a seguir o melhor caminho, navegando pelo conhecimento adquirido nestes 7 anos de nordeste.
Atravessamos alguns azuis, me perdi do Glauco, o vento foi virando quase pra sul, se jogasse caudal total, poderia ir parar nas robadas da serra do Machado, que acabamos tangenciando, 498, 499... demorou uma eternidade para girar: 500!
um vale estreito a ser seguido, mais um piriri; será que cruzo esta ultima roubada? achei um pouso, no leito da estrada de terra, vento quase alinhado, pouso perfeito, 530km!
Dali pra frente aquela hospitalidade cearense, toda a comunidade em volta, meu corpo moido, as meninas tirando foto e perguntando se eu tenho feicibuqui...
Banho de caneca, nao tem agua encanada, arroz com frango e suco de manga na casa do seu Edilson, deito na rede por uma hora e o resgate, o Ricardo de BSB ja estava lá, resgatado as 8 pm, perfeito.
As 10pm ja estavamos os 3 no hotel em Santa Quitéria.
É isso, obrigado a todos de que alguma maneira nos ajudaram, pois sózinhos não somos nada!
Ah, agora estamos na estrada voltando, logo mais o Edvaldo da pousada de Araruna vai assar um bode, tava prometido faziam 3 anos!

Enviado por Eduardo Oliveira (DUDU MS) em 16/10/2013 (dia seguinte ao voo)


http://xcbrasil.com.br/leonardo/flight/81578  (Tracklog do Voo do Glauco Pinto)
http://xcbrasil.com.br/leonardo/flight/81579  (Tracklog do Voo do Eduardo Oliveira "Dudu MS")





terça-feira, 15 de outubro de 2013

Novo recorde Sulamericano de distância livre 576Km

Dudu DF, Euardo Fernandes, de Brasília investiu hoje na quebra do recorde de distância livre de asa-delta e conseguiu a marca de 576Km de voo, decolando de Tacima, divisa da Paraíba com o RN ( -6.498116 ,  -35.658128) e pousou no Ceará após Santa Quitéria, na coordenada  (-4.23326, -40.34201)

Estavam neste voo épico também os pilotos Glauco Pinto (DF) e Dudu do Mato Grosso do Sul, que voaram na faixa de 530Km.


Dudu DF (Eduardo Fernandes, recordista)



Parabéns Dudu MS, Dudu DF e Glauco Pinto!



sábado, 24 de agosto de 2013

Retratos deste Brasil

À beira de uma rodovia no interior de Goiás, a expressão deste senhor era tão marcante que fizemos um retorno na estrada, a pedido do amigo e companheiro de viagem Bruno Leao, para ele tentar dialogar e registrar.

Poucas palavras do que este senhor falou foram compreendidas, mas uma imagem vale mais que 1.000 palavras, certo?

Serrado no Cerrado

terça-feira, 20 de agosto de 2013

O recorde sul-americano de distância declarada foi homologado pela FAI


A FAI homologou meu recorde do ano passado, onde declarei em Jaraguá (Goiás) que decolaria e pousaria em uma fazenda a 218Km de distância. Consegui completar em menos de 4 horas de vôo. O voo foi feito no dia 20/8/2012 e dia 14/8/2013, quase 1 anos depois, a FAI terminou o processo burocrático de validação e homologação do recorde.

Este tipo de recorde se chama "recorde de distância declarada" e foi homologado como um recorde continental (sul-americano).

Esta região do cerrado goiano permite vôos bem superiores, como o voo de 305Km que fiz, pousando perto do rio Araguaia na divisa com o estado do Mato Grosso (Barra do Garças/MT).

Todavia, para homologar o recorde vários quesitos tiveram de ser atendidos, como não infringir o espaço aéreo de Goiânia, Brasília nem o da base militar de Anápolis. Foram mais de 3h voando abaixo dos 3.000m para me manter dentro do espaço aéreo permitido.

Agradeço principalmente ao comandante +Octavio Fiaes pela ajuda de planejamento e burocrática neste processo de homologação. E ao +Daniel Miranda pelo resgate impecável durante toda a viagem de voo do ano passado.


domingo, 11 de agosto de 2013

Voando no Cerrado

Após um dia lindo de voo, ao resgatar o amigo Rodrigo Gerundo em Jaragua, Goiás.

Foto: Bruno Leão
Iluminação: lanterna maglite iluminando a arvore ao fundo e o farol de um carro que passava pela BR-070 que neste trecho é de terra.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Goiás Velho, a Parati do cerrado.

A antiga capital do estado de Goiás é muito bacana e parecida com Parati.


Incrível o artesanato, a cultura e as construções coloniais.

Viva o voo-livre em Jaragua!

sábado, 5 de janeiro de 2013

Avante Equipe Brasileira!

19º Campeonato Mundial FAI, que se inicia hoje, com a abertura e o desfile das Equipes, em Forbes, Austrália.

 

As provas começam no dia 7 e vão até o dia 17 de janeiro, onde estaremos na torcida da Equipe Brasileira. 19th F 2013

 

Pilotos que irão representar o Brasil neste Mundial de Voo Livre:

 

1) Eduardo Oliveira (MS), 37 anos, 2º colocado no ranking brasileiro ABVL de 2012


2)  Glauco Pinto (DF), 39 anos, 4º colocado no ranking brasileiro ABVL de 2012


3) Max Turiaco, (RJ), 52 anos, 6º colocado no ranking brasileiro ABVL de 2012


4) Robert Etzold (SC), 37 anos, 13º colocado no ranking brasileiro ABVL de 2012


5) Konrad Heilmann, (RJ), 39 anos, 15º colocado no ranking brasileiro ABVL de 2012


6) Marcelo Menin, (SP), 41 anos, 31º colocado no ranking brasileiro ABVL de 2012

 

Informações diárias da competição poderão ser acessadas no site http://www.forbesflatlands.com

 

Ótimos voos à Equipe Brasileira,
  




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Erick Vils
erick@vils.com.br
www.vils.com.br


terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Suporte de camera diferente

Assista o vídeo e depois veja na imagem abaixo como ele foi gravado e onde estava a câmera.






Parta comprar, acesse o site do fabricante: 


400Km de Lift com estrada embaixo

Tom Weissenberger (piloto Austríaco) está no Chile tentando encaixar uma condição de ventos vindos do pacífico para voar sobre a "rodovia 1" chilena em um trecho onde a estrada fica praticamente 400Km na costa e com a cordilheira ao lado.

Parece que ele quer tentar recordes de distância em 3 pontos ou ida e volta.

O local parece mágico!




Tom voando no Chile no voo de 324Km sobre a rodovia 1



Ver o tracklog do voo de 324Km do Tom

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Dust Devils - Os vórtices de poeira

Na temporada seca (final do inverno) estes "monstrinhos" são muito comuns no Centro-Oeste Brasileiro. Não é uma filmagem aqui no Brasil, mas nosso Cerrado conta com fenômenos como este, que são decorrentes da extrema intensidade que as térm
icas se desprendem do chão, criando um vórtex que suga a poeira dos arados.

É comum encontrarmos palha de milho, sacos plásticos e até gravetos em voo, que foram sugados por estes "Dust Devils".

Aqui no hemisfério sul, estes vórtices costumam girar em sentido horário e no hemisfério norte, anti-horário.

Voar a baixa altura sobre "eles" não é muito recomendado :-)



sábado, 11 de agosto de 2012

Tutorial XC Planner para planejar voos de asa, parapente ou planador.



Tutorial XC Planner (xcplanner.appspot.com) para planejar seus voos de asa, parapente ou planador.

E dicas de como utilizar o XC Planner para contornar áreas de espaço aéreo restrito.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Novo recorde mundial de distancia livre em uma asa-delta (768Km)

Jonny Durand postou o vídeo do recorde mundial de distância voando uma asa-delta onde ele e o Dustin Martin quebraram a barreira dos 760Km em linha reta mês passado no Texas, USA.

Simplesmente fantástico voar com eles neste voo que durou 11 horas e praticamente voaram juntos o voo todo, pousando apenas 4km de distância um do outro.
 




O nível do esporte está altíssimo e este voo épico foi acompanhado ao vivo através do rastreador via satélite Spot (http://la.findmespot.com/pg/) por milhares de pilotos que torciam pela quebra do recorde que já durava 11 anos, quando o piloto austríaco Manfred Ruhmer voara 700Km no mesmo local em 2001.

Congrats Jonny e Dustin!


segunda-feira, 19 de março de 2012

Revista PEGN faz entrevista com Erick Vils


Edição de março de 2012 da revista  Pequenas Empresas Grandes Negócios fez uma entrevista de 2 páginas com Erick Vils mostrando aprendizados que o vôo-livre trouxe para o lado profissional.

Foi uma bela divulgação pro esporte e, também, para a WebSoftware.

Revista PEGN edição de março de 2012



segunda-feira, 5 de março de 2012

Vendo o Black Bird (Moyes RS4 preta)


Amigos,

Encomendei outro "blackbird" e estou vendendo o atual.

Esta Moyes Litespeed RS4 me acompanhou nos últimos 18 meses em voos inesquecíveis.

Algumas características:
  • Leading Edge todo de carbono 
  • Sprogs de carbono 
  • 4 viagrinhas de bordo de fuga nas pontas da asa 
  • Speedbar de carbono 
  • Barras laterais pretas perfiladas (Kit Zoom) 
  • Velame feito do Mylar ZeroCode que é mais macio e leve que o Mylar branco 
  • Capa aerodinâmica para a quilha, feita de mylar. 
  • Viagra rígido no bordo de ataque (a negociar se irá na asa ou não) 
  • Capas e mordomias especiais 
  • Regulagem dentro dos limites de segurança, porém bem regulada para competição. 
  • Tamanho RS4 recomendada para pilotos com mais de 84 Kg. Esta asa fica perfeita para pilotos com até 96Kg.
Para entrar em contato e conversar sobre preço e quando pode ser entregue, me envie um email => erick@vils.com.br

PS: Encomendei outra da mesma cor, porém um pouco menor (tamanho RS 3.5), pois a RS 4 estava ficando um pouco grande pro meu peso (79Kg).

Erick Vils












domingo, 12 de fevereiro de 2012

Rampa de Terra Rica / PR inicia reformas na área de decolagem

Nosso amigo Claudinho de Terra Rica,  Paraná, está "metendo a mão na massa" para deixar a rampa dos 3 morrinhos melhor ainda.

Obrigado Claudinho.


Vejam as fotos e plano da obra.
  


As reformas planejadas pela prefeitura de Terra Rica para a revitalização do espaço de voo livre nos 3 morrinhos já foram iniciadas e conta com a supervisão do Cláudio de Oliveira, o Claudinho, que também está pegando na massa.

O acesso para a decolagem do topo foi todo nivelado, com a colocação de alguns degraus para facilitar a subida. As madeiras da rampa de decolagem estão sendo substituídas e com a madeira antiga foram feitos alguns bancos sob as mangueiras do estacionamento. O acesso e a área de montagem e decolagem da rampa noroeste foi todo limpo , possibilitando o uso daquela rampa que estava desativada, e várias outras melhorias estão sendo concluídas.

Agora é a hora dos voadores prestigiarem o que está sendo feito pelo esporte em Terra Rica, irem conferir o voo local e participar do XC Terra Rica , que é um torneio aberto nas modalidades asa-delta e parapente e uma boa opção para quem quer sair da folia neste carnaval.
Mais informações no blog http://www.xcterrarica.blogspot.com/ 

Vale a pena conferir. Bons voos a todos,

Vils Brothers