sábado, 9 de agosto de 2008

Pouco vento ontem e somente 2 na esplanda (quinta-feira 8/ago)

Calor e pouco vento ontem.

A asa que eu vi chegar na esplanada era o John Duran da australia. O outro que chegou foi o Gilson de Nova Iguacu/RJ.

Parece que pouco vento nao colabora muito por aqui.

Estamos a caminho da rampa com tudo azul e um pouco mais de vento leste (perfeito) do que ontem, mas nao esta ventao, nem avistamos dust devils ainda.


Muita gente veio e o hotel Garvey esta cheio de voadores.

Os argentinos que vieram de tucuma, catamarca e cordoba. Os paulistas, cariocas, gauchos e o Thalis pra representar os nordestinos bem humorados.

Pousos enormes, como sempre.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Chegamos em Brasilia

Chegamos hoje em Brasilia, DF.
Amanha estaremos voando no vale do paranã, com objetivo de pousar na esplanada dos ministerios, ou estender um pouco mais o voo na rota "Pirenopolis (GO)".

Tudo seco, como sempre.

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Projeto Cross Country #Pernambuco#

# este projeto mudou para Patu no Rio Grande do Norte#





O projeto Cross Country Pernambuco 2008 consiste na busca de um local de decolagem (rampa ou aeroporto) para a tentativa de vôos de mais de 400Km e a possível quebra do recorde brasileiro (atualmente em 457Km - André Wolf em 2007).


Exibir mapa ampliado


Decolar de Riacho das Almas, Pesqueira ou Taquaritinga do Norte (todas próximas de Caruarú) e voar na direção de Picos (Piauí).

A idéia foi dada pelo Dudu do Mato Grosso e durante a
entrevista que fizemos com o André Wolf, descobrimos que ele já estudava esta rota.

Data prevista: de 1 a 20 novembro
Base: Caruaru (PE), pois possui estrutura de apoio
Formato: 2 pilotos por carro (alugaremos em Recife) e contratam um resgate (nós levaremos um piloto amigo).
Organização: não se trata de um evento comercial nem de apoio formal. Apenas o interesse concomitante de alguns pilotos de asa-delta do Brasil em descobrir uma nova rota que não seja a tradicional Quixadá (CE) ou Patú (RN). Ou seja, cada um por si e Deus por todos!
Por que Caruaru como base? Trata-se de uma cidade com mais estrutura, localizada no sertão, com asfalto alinhado com a rota. Localiza-se mais perto do litoral, portanto, o final do vôo (após 450Km indo pro Oeste) coincide com uma das regiões com o maior índice de evaporação do mundo (cidade de Picos, PI) e ainda está longe da vegetação característica da amazônia.



Agradecimentos aos que já colaboraram com informações e dicas para o projeto avançar:
- Betinho Schmitz
- Danny Vils e Michelle Vils (mapas e roubadas)
- Alipio Loyola
- Flavinha Vieira
- Sergio Liova (piloto local de parapente)
- Chico Santos

sábado, 26 de julho de 2008

Petropolis - Nova Iguacu hoje

Eu e Cedrick pousamos ha pouco na Itapemirim de Nova Iguacu.

Decolamos de Petropolis, teto de 1350m e muito frio na nuvem.

domingo, 20 de julho de 2008

Finalmente consegui urinar em voo

Ha alguns anos eu tento urinar em voo, sem sucesso.

Parece bobeira, mas em voos de distancia em que se ingere pelo menos 2 litros de agua, é quase impossivel nao sentir vontade apos 5h de voo.

Hoje em Itamonte, voando entre 2.000m e 2.300m eu tentei enquanto subia na termica e nao consegui. Me lembrei da dica do Betinho Schimitz (8 vezes campeo brasileiro) de que é mais facil durante a transicao de uma termica para outra.

Finalmente consegui fazer chover em um dia sem nuvens.

Dica para pilotos que querem tentar:

1) Use calça de lycra.
2) abra o casulo e coloque a calça por debaixo do saco
3) tire uma reta calmamente para o proximo pilao e capote bem o cinto (pes mais altos que a cabeca) para nao molhar a parte de tras do casulo.
4) depois da tarefa cumprida, nao esqueca de colocar "ele" de volta antes de fechar o casulo senao (ai, doeu só de pensar)....





Pegamos o caneco de volta

O trofeu em formato de aguia voltou para os cariocas hoje.

Terminou a etapa do campeonato brasileiro em Itamonte (MG) e no desafio Rio x Sao Paulo ganhamos este ano de lavada.

Hoje o dia estava mais fraco e azulado do que ontem mas o Cedrick conseguiu chegar no Goal em 8° lugar.

Eu fiquei pelo caminho hoje, pregando entre o segundo e o terceiro piloes.

Itamonte MG espetacular ontem

Ontem foi o segundo dia da etapa regional do campeonao brasileiro de asa-delta.

No dia anterior o voo estava fraco e com teto baixo.

Mas ontem, a condicao ficou mega.

Logo apos a janela abrir e os pilotos iniciarem as decolagens, o Nader Couri passou sobre nosas cabecas com seu novo monomotor impecavel e tirou umas fotos lindas.

Decolamos e engatamos na termica da rampa que estava muito forte com picos de 7m/s ate atingirmos 3.000m, ficando mais altos que o pico das agulhas negras e as prateleiras. O visual do vale do paraiba visto la do alto estava incrivel.

Eu consegui acelerar bem no voo e tomar decisoes corretas, fechando a prova de 63km em 1h e 17min, chegando em 2o lugar, 3 minutos apos o amigo dinossauro Gerado Nobre (o dino esta voando muito).

No desafio Rio x Sao Paulo, ontem conseguimos disparar na frente deles.

Hoje anda esta cedo pra dizer se teremos nuvens e teto alto, mas parece que sim.

O Cedrick voou bem, mas no pilao de Virginia havia uma sombra enorme e muitos pousaram no pilao (uns 15, inclusive ele).

Vamu que vamu, relatos sobre hoje mais tarde.

sábado, 19 de julho de 2008

Maioria de cariocas no Gol hoje

Geraldo Nobre RJ em primeiro e Eu em segundo.

Teto de 3.000m e termicas bem fortes.

Entre os primeiros, so deu carioca.

Resultado completo depois pelo Haroldo.

sábado, 12 de julho de 2008

51 Km de vôo hoje em Petrópolis com teto baixo

Decolamos da Simeria com teto baixo e quase chovendo.

Voo rastejando entre 260m e 900m.

Consegui atravesar para Nova Iguacu e pousar depois de 1:50h de voo no loteamento do clube Paradiso em Nova Iguacu.

Cedrick pousou na REDUC.

Tracklog do vôo

quarta-feira, 9 de julho de 2008

O suporte de variometro "Obra de arte" do Nene Rotor

Nene Rotor projetou e lançou este suporte de variômetro perfeitamente aerodinâmico.

  • Permite conectar o cabo de conexão com o computador sem remover o variômetro (Compeo Plus/Flytec 6030) do canoinha.
  • Permite empurrar a canoinha pra frente (êmbulo) para ficar em uma posição mais fácil de ver quando está voando acelerado e o corpo do piloto fica mais pra frente da asa.


domingo, 6 de julho de 2008

Com tristeza, Bito Angola alça novos vôos!




Vídeo que retrata o sorrisão desse amigo Bito Angola. Andradas, MG, 2005.


Com um sorriso gigante, alegria contagiante, Justino Patrício Quissua, mais conhecido pelos amigos de vôo como Bito Angola, nos deixa essa semana.


Esse guerreiro angolano gente boa representou seu povo muito bem aqui pelo Brasil e mundo a fora. Nos deixa após um acidente em vôo em sua terra natal.

Bito, fique com Deus e ensine essa galerinha aí de cima a voar alto!

Abraços dos Vils Brothers e tenha certeza que apesar de abreviada, sua mensagem foi transmitida para muitos.

sábado, 5 de julho de 2008

Voozinho bacana em Petropolis hoje

Voo fraquinho e com teto de 1.000m.

Decolamos tarde por causa de engarrafamentos na serra e porque hoje inaugurei o cinto rotor shadow novo (um luxo).

Apos 1:30h de voo, deu pra percorrer 25km e pousar junto com o Cedrick proximo de Vila de Cava.

O resgate esta complicado. Sao 19:30h e ainda estamos a caminho do Enio e Agustinho, pois o resgate que contratamos sumiu com o carro e conseguiram achar o louco em casa vendo TV.

Hoje pelo jeito estaremos em casa 21h.

domingo, 29 de junho de 2008

Nova Iguaçu - Itaguaí ontem

Ontem deu um voo tipico de inverno.

Decolei de N.Iguacu e pousei proximo de Itaguai.

Voo gostoso e bem tecnico no traves do norte moderado.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Filme produzido pela Discovery sobre a Wills Wing


Discovery Channel - Factory Made ep. 6 from Søren Ladegaard on Vimeo.

Filme que o Discovery Channel fez sobre a fábrica de asa-delta americana Wills
Wing - asa que nós voamos atualmente.

Parabens para o time Wills Wing.


quinta-feira, 29 de maio de 2008

Video de nossa viagem de vôo para o Wallaby Ranch!

Estamos de volta!

Chegamos de nossa viagem a Orlando EUA, onde treinamos a tecnica de vôo de asa com decolagem rebocada por ultraleves.




O aprendizado foi otimo e o clima no Wallaby Ranch (www.wallaby.com) é fantástico. Parece um lugar perdido no tempo com uma atmosfera "come, dorme e voa" muito bacana.

Pena que as condicoes de voo para XC nao ajudaram e fizemos apenas voos locais.

Este outro vídeo feito pelo pessoal de lá, ensina um pouco mais sobre como funciona o rancho (em inglês)

domingo, 25 de maio de 2008

Wallaby CB ontem e ventao hoje

Ontem, estavamos engatados para sermos rebocados quando umas celulas começaram a virar CB. Abortamos a missao e assistimos do chao a formacao e unificacao de varios CBs em uma coisa monstruosa que explodiu por completo as 19h com chuva e ventao que parecia tornado. Ontem realmente estava muito quente e umido.

Vide foto.


Conseguimos voar hoje, mas o ventao for a do comum nesta regiao e epoca continua complicando as coisas.
Vento de mais de 20km/h no chao e uns 30km/h em voo.


Eles sao bem conservadores e so eu e cedrick decolamos hoje. Cedrick conseguiu pousar no wallaby e eu pousei fora, mas bem pertinho.

Erick Vils

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Wallaby Ranch (Orlando, FL, EUA) Fotos

Algumas fotos da visita ao Wallaby Ranch (Flórida EUA)

Estamos aqui nessa vida boa de vôo!

Wallaby ranch Florida EUA hoje

Depois de varios dias sem condicao de voo e ventao, finalmente voamos rebocado pela manha e estamos esperando para tentar voo de termica agora

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Wallaby Ranch (Orlando, FL, EUA) Hoje

Fabiano Nahoum já chegou no Wallaby Ranch na Flórida.

Olhem a condição na foto que ele tirou por lá.


Embaracaremos domingo a noite e terça os Vils Brothers iniciarão o envio dos relatos de vôo rebocado por lá.

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Software para Celular que envia sua posicao no caso de emergencia

A tão procurada solução para saber onde o piloto está (durante o vôo) já pode ser utilizada com celulares (SmartPhones) com Windows Mobile e GPS integrado.


http://www.logelog.com/utils/


O celular da HTC modelo TyTH II por exemplo, possui GPS integrado e funciona com Windows Mobile 6.

Vamos fazer uns testes e escrever um pouco mais sobre isto em breve.

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Passeio de aviao na Regiao dos Lagos esta manha

Recebemos o convite do amigo Fabiano Nahoum para voarmos de avião esta manhã até Arraial do Cabo antes de irmos pro trabalho nosso de cada dia.


Piper fabricado pela Embraer em 19xx (somos corajosos)


Erick, Cedrick e Fabiano

Cedrick Vils


Arraial do Cabo - lindo!


Pão de Açúcar e entrada da Baía

Decolamos com 2h de atraso do aeroporto de Jacarepaguá/RJ (às 11:40h) e voamos por 2h pela orla do Rio de Janeiro (sobre o mar) até Arraial do Cabo (perto de Búzios) e retornamos. Vôo lindo e com direito de umas pilotadas para ver a diferença de voar aviões em relação às nossas asas não motorizadas.

Obrigado Fabiano pela brincadeira e pode chamar sempre que precisar de "peso morto"... mas realmente não tem nada igual às nossas maravilhosas asas-delta!

quarta-feira, 23 de abril de 2008

A temporada 2008 de Snowboard vem aí



Gabriel Queiroz e Erick Vils


Há 2 anos abandonei o Ski e ingressei no Snowboard. Alguns tombos fortes, mas em 2 dias já estava ótimo no equipamento.

Este ano, se tudo der certo, a brincadeira vai ser boa.

A parte mais bacana da temporada 2007 foi encontrar o amigo Gabriel (que trabalha na WebSoftware comigo há anos) na fila do ticket para esquiar em plena Argentina. Coincidências da vida. Feito, esquiamos a tarde toda e foi só alegria!

PS: Snowboard é bom, mas não chega nem perto do vôo de asa-delta!

sábado, 12 de abril de 2008

Rampa cheia em Petropolis

Umas 30 asas no parque sao vicente em Petropolis. Parece campeonato.

O pelotão decolará em breve, mas uma inversão termica na baixada está desanimando.

Vai ser um voo batalhado.

... foi um vôo batalhado e a inversão atrapalhou mesmo!

sábado, 29 de março de 2008

Triangulacao linda com direito a Dolphin Fly em Petropolis hoje

Eu, Cedrick e Thiago Salame chegamos atrasados na rampa e varios ja estavam em voo.

Decolamos e percebemos que o lado de Teresopolis estava com muitas nuvens carregadas prontas para virar Cb.

Eu e Salame pelo radio decidimos voar o SW forte no contra-vento na direcao de Nova Iguacu.

Depois de passear muito, entramos num Cloud Street lindo e fomos até a reta dos prateadinhos (perto do aeroclube de NIguacu) e voltamos.


Salame no final me deu um Olé e atravessou a cordilheira, pousando pro lado de Fragoso. Eu pousei no mandiocal depois de 2:40h de voo.

terça-feira, 11 de março de 2008

Seminario IQ-Compeo (Flytec 5030): Definindo os parâmetros de McCready


Leia o post anterior sobre o Compeo, Speeds-to-Fly e McCready para obter uma introdução sobre o equipamento.

Definindo os parâmetros de McCready
Este é o padrão que utilizamos para o vôo de asa-delta com o Compeo e que consideramos proveitoso e sem muitos barulhos em vôo. São valores diferentes dos praticados como padrão pela fábrica. No menu de "Basic Settings" no tópico "McCready":

a) Delay (Tempo para acionamento automático do McCready): 10 segundos
b) Tonegap: +/- 90cm/s que é o mesmo que +/- 0,9m/s


O item (a) significa que somente após 10 segundos de saída de uma térmica é que o som de McCready iniciará. O padrão de fábrica é 7 segundos. Esta não é o regulagem mais importante.

O item (b) é que é importante a mudança. Significa que somente se você estiver errando em 0,9m/s para mais ou para menos, em relação o indicador McCready sugerido pelo aparelho, é que o som será acionado. Erros pequenos ficarão na área de silêncio (desejável durante o vôo). Com o tempo e o costume você pode ir reduzindo este valor para 70 cm/s, 50 cm/s ou até menos, mas em uma asa-delta (que tem baixa inércia) ficará uma barulheira constante em função das descententes e ascendentes.

O outro item que alteramos é "Average Thermal Climb". Este parâmetro é usado pelo Compeo para ele calcular o McCready do dia. O Compeo trabalha com o conceito de McCready dinâmico, ou seja, ele olha a média dos últimos X minutos da térmica que você está para definir a média das térmicas do dia. Então, alteramos este parâmetro p/ 2 minutos. Assim o Compeo olha os últimos 2 minutos da térmica para definir a média e, durante o planeio entre uma térmica e outra, ele se baseia nesta média para saber se você está acima ou abaixo da velocidade recomendada p/ ter o melhor desempenho de vôo.

Acesse o menu "Basic Settings" > "Average Thermal Climb"

Nós utilizamos 2 minutos e para alimentar esta opção, informe "4", pois a unidade de medida é 0.5 minutos (sendo 4 x 0.5 min = 2 minutos)

sábado, 8 de março de 2008

Petropolis hoje: ralação e paciência

Umas 20 asas no parque e mais gente na Simeria.

Muito ralado e incompativel com o visual das nuvens.

Nao consegui colocar na nuvem em nenhum momento. Maximo de 1.100m e depois fui escorregando baixo entre 200m e 900m até depois do Universo em Desencanto (Tingua) e voltei um pouco para perto da fazenda catavento.

O visual estava lindo.

Tem gente voando e tentando entrar na condicao de Nova Iguacu que está bonita.

quinta-feira, 6 de março de 2008

Quinta sem lei: Petropolis hoje 73 Km de vôo com teto baixo

Várias asas na rampa do Parque São Vicente.

Parecia campeonato: Nader, Geraldo Nobre, Sadia, Cedrick, Erick, Gilson, Enio, Agustinho, Fiaes...

Decolamos e estava meio ralado. Peguei no paredão do cristinho perto do pouso e salvei o vôo.

Teto de 1.250m apenas, e muitas áreas de sombra.

Quase pousei em Santo Aleixo, mas consegui sair e recuperar o atraso.

Forcei para Itaborai, cheguei em Porto das Caixas (fundo de Itaborai) e peguei um Sudeste forte. Coloquei proa Petrópolis e voltei tudo.

Na volta, encontrei o Gilson e ele também voltou pra Petropolis e pousou no Vasquinho.

Eu pousei aqui em Fragoso (pouso oficial de quem decola da Siméria) e o Cedrick está no Olavo.

O Gilson fez um excelente vôo, pois foi mais sobre Itaboraí do que eu.

O Geraldão também, mas como o vôo dele contabilizou como distância livre, o meu vôo de ida+volta ficou com poucos pontos a mais, afinal, triangulações livres multiplicam a quilometragem por 1,75 enquanto a distância livre multiplica por 1,5 apenas.

Tracklog Erick

Tracklog Cedrick

Com o vôo de hoje, o Cedrick começa a se posicionar bem no Rio XC e eu voltei para segundo lugar, mas o Gilson está na cola!

quarta-feira, 5 de março de 2008

Quarta-feira sem Lei - Farofa em Petrópolis - Mais de 90Km de vôo

Depois de desistirmos da viagem para Castelo (ES) - onde voaríamos alguns dias que restam do campeonato Brasileiro de asa - decidimos tirar férias pelo Rio de Janeiro e fazer uns pontinhos pro Rio XC 2008.

A investida deu certo, o dia colaborou e estávamos na rampa do Parque São Vicente em Petrópolis para decolar com o ventinho SW que já entrava de frente na decolagem.

Decolei 12:30h e logo depois o Cedrick decolou.

Jogamos para as torres do Morin e, após ciscar um pouco, achamos o canhão que nos levou para mais de 2.000 m.

Passeamos pelas cachoeiras enormes que descem da montanha do Açú (Serra dos Órgãos), mas o vento já havia virado NW e não havia lift.

Escorregamos até o paredão do Dedo de Deus em Teresópolis, ralamos um pouco, ganhamos altura e esticamos para o Soberbo. Lindo demais!!!!

Lá entramos em uma condição lisa de lift. Jogamos para fora da cordilheira, debaixo de uma nuvem linda e.... pow!, 5 m/s forte até entubar.

Tudo azul fora da cordilheira, mas conseguimos colocar uns 1.600m e jogamos no azulão. No caminho umas fraquinhas e.... chegamos na Fábrica da Schincariol em Macacú.

Neste ponto eu insisti um pouco mais e consegui prosseguir o vôo por mais uma hora no sentido Itaboraí, pois atrás da cordilheira de Macacú na rota para Casimiro de Abreu e Silva Jardim havia uma nuvem grande e vertical, querendo virar Cb.


Depois de 3:36h de vôo a brincadeira rendeu 91.8Km de vôo e o Cedrick com 1h a menos de vôo conseguiu 71.7Km.


Amanhã tem mais férias no Rio de Janeiro com uma clássica quinta-feira sem lei!

Tracklog Erick
Tracklog Cedrick

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Geraldo Nobre: O novo recorde de distância partindo de São Conrado RJ e pousando em Minas Gerais

Relato do grande Dinossauro Geraldo Nobre no vôo de ontem. Ele decolou da rampa da Pedra Bonita na praia de São Conrado/RJ e pousou próximo de Juiz de Fora em Minas Gerais, estabelencendo o novo recorde da rampa de São Conrado.

Foram mais de 150Km de vôo. Veja o tracklog.



Meus Caros Companheiros Alados,
Valeu!!!
Obrigado por tantos elogios, sonhos e dores de cotovelo enviadas.
É gratificante receber tantos incentivos e ver que estou incentivando a todos a voarem cada vez mais e melhor.
Valeu, Nader, Otávio, Glauco, Milton, Valença, Zé Over, Erick, Thiago Salame, Fabiano Ribeiro, Raphael, João Machado, Luisinho e tantos outros que tem o Vôo Livre na veia e que sempre sonham em estar nestes vôos.
Valeu pela companhia de vocês no Vôo Livre e pela amizade embutida nas mensagens.
Agora vamos ao que todo mundo quer saber, o vôo de ontem.
Posso dizer de ante-mão que foi um dos vôos mais complicados de minha vida, principalmente na metade do caminho depois que subi a Serra das Araras.
Ele começou no dia anterior quando, indo a rampa de São Conrado e vendo o Nordestão entrar, limpando o tempo que estava embassado a vários dias, tomei a decisão de não voar e descansar para o dia seguinte quando fatalmente a condição estaria mais redonda e deveria permitir um vôo de XC.
Com Nordestão, se vai ao Cristo, se ganha a Gávea facilmente mas, essencialmente é um vôo onde se briga para descer e não para subir.
E se queria partir para o Cross não era o dia certo e não valia a pena me desgastar.
A decisão foi correta.
5a feira - SEM LEI - amanheceu próximo do perfeito, o teto estava um pouco baixo mas o azul e as formações prometiam.
Parti às 9:00h para São Conrado e a primeira dificuldade do dia apareceu: um baita engarrafamento e mais de 40 minutos da Barra para S.Conrado.
Todo mundo indo para o trabalho e me atrapalhando ir voar já era o suficiente para instigar o nervosismo pelo vôo.
Chego na praia e vejo a turma toda nos agitos de subir.
Todo mundo percebeu que o dia era bom e chutamos o balde do trabalho como um bando de aves que parte para o Sul.
Para melhorar, reunião na AVLRJ e rampa fechada para os duplos.
Que perfeição, 20 asas top de linha alinhadas para partirmos.
10:40h - Saquarema abre os trabalhos, decola, engata, vai para o rotor e estampa no céu.
É o corre corre geral.
- `Vambora` que a farofa começou.
A maldade de fazer uma distância para fora de S.Conrado e ganhar alguns pontinhos a mais no XC Rio estava estampada na cara de quase todos.
Dinos, Danoninhos e Dentes de Leite planejando a fuga em massa de São Conrado.
Táticas e técnicas que estavam na cabeça de cada um apareciam nas faces dos degladiadores do dia.
Partimos.......
Um batalhão desesperado para chegar no Cristo.
No rotor, um canhão redondo que já levava a mais de 1.000m.
Alguns foram para o Croc, contorna-lo, e a maioria já partiu direto por dentro do alto da boa vista para o queimadinho, tamanha era a certeza da boa condição.
Chegamos nas antenas e boom outro pontapé para cima.
- Ainda não esta redondo, vamos mais para frente;
Na torre de alta tensão antes da última cruzada para o Cristo outro pontapé prá lua;
- Vamos, vamos, na frente tá melhor;
E o Sadia que estava puxando o trem chegou no Cristo e catapum, subiu que nem foguete.
- Pica, anda, sai do buraco que a de lá é a melhor do pedaço !!!
E era, um canhão redondo que levava a mais de 1.200m e permitia curtir o visual do Rio de Janeiro inteiro.
Olhava prá trás e lá vinha uma fila de ferozes caças ninja na direção da termal que pegamos.
Cada um que chegava, engatava e estampava.
Prá galera que estava no Corcovado deveriamos parecer um bando de mosquitinhos infernizando a vida do Senhor de Braços Abertos.
- E agora ?
Bom, a tática inicial de todos estava cumprida.
Ir ao Cristo antes da tirada para acumular uns pontos e esperar a condição arredondar.
Ainda não era hora de partir para o Cross, tinha que esperar a condição formar no caminho.
Voltei para as antenas e vamos cozinhar o galo um pouco para ver qual o melhor caminho para o pico.
E qual não foi a minha surpresa quando a galera continuou sem parar e zoom voltaram para a concha de São Conrado e alguns já jogaram para o pico do Papagaio e partiram.
- Xiiiii....
- Acho que fiquei prá trás !
- Mas, tá muito cedo !
A tirada direto das antenas para o Pico da Tijuca está com uma descendente só e chegar lá baixo é um tiro no escuro.
Teto de 1.200m é bom para o vôo local mas para tirar ainda é baixo.
Vamos voltar para aquela térmica do rotor e corujar como está a condição lá no Pico do Papagaio.
Engatado na núvem em cima do Croc fui derivando para o Alto da Boa Vista e vendo alguns ralando na cordilheira do Pico e outros já indo embora.
- Este teto tá baixo !
- Com 1.200m não dá para cruzar para a Pedra Branca e engatar na condição de lá.
- Tenho que arrumar outra saída.
Tô chegando na região do Pico e encontro o Carlos Augusto e o Giovanni batalhando por lá.
Procura, cata, e acha o miolo que estava bem no meio da Floresta da Tijuca.
E lá vamos nós, núvem.
- Agora é nossa vez de tirarmos !
- Nada de proa Jacarepaguá que vai pousar lá pelo Rio 2.
Então, proa Campo dos Afonsos, ciscando na região do pedágio da Linha Amarela que o vento de Nordeste mostrava uma formação por lá.
Olho para trás e arrumei um fiel escudeiro.
Giovanni partiu na minha cola.
- Beleza, em dupla é melhor para ciscar e tem o conforto da companhia em vôo.
Dito e feito, chegamos perto do pedágio e boom....., um canhão forte e redondo nos leva de volta à núvem.
Emburacados miramos o Campo dos Afonsos e o pouso por lá ou pelo outro lado da Av.Brasil, no campo de polo, já estava mais do que garantido.
Seguimos e só cidade em baixo .............. e nada de achar a seguinte.
Passamos por Bangú e nada.
- Acho que vamos merrecar por aqui, pensei.
Meu escudeiro vai mais para cima da cidade e eu mais para o gericinó.
Ele achou os pipocos de uma salvadora.
Juntamos e a térmica falhada corria de Nordeste.
Era derivar com ela ou procurar pouso.
Meu amigo não teve a paciência necessária, correu mais para a frente e garantiu o pouso no Aeroclube de Bangú.
Minha insistência me levou a engatar redondo em cima do pouso dele e pegar a condição da Serra do Vulcão por trás.
Segui subindo e derivando até quase o Pico do Marapicu.
Emburacado de novo, partir para dentro da região do vôo de N.Iguaçú.
Tomando como proa Japeri, onde as formações no caminho me mostravam vários cúmulus.
Ir para Seropédica também teria sido uma boa Opção.
Ali o vôo é tranquilo.
Grande pastos, áreas planas e térmicas redondas apesar de intensidade fraca e teimando em permacer em torno dos 1.200 a 1.300m o que é muito baixo para a região.
Mas, relaxei e procurei curtir o vôo e chegar na próxima, que estava perto da Via Dutra, depois de Queimados.
Engatei, subindo, falhado e decidi seguir para a próxima.
Boa decisão engatei melhor e núvem de novo.
Japeri cresceu na minha frente e parecia a melhor direção.
Passei pela cidade e corri para a região da rampa de lá.
Cheguei estava fraco e a minha altura era de quem tinha acabado de decolar e ganhado um pouco.
- É...., pensei, estou decolando de Japeri para fazer um vôo.
- São 13:00h e o meu vôo está começando agora.
- Vamos ficar na pedreira e esperar a condição chegar aqui.
Esperei a núvem chegar perto e engatei no canhão.
1.400m !
E agora a decisão: volto para N.Iguaçú que o caminho está bom ou tento seguir para o meio do nada nas montanhas ?
- Teto baixo....... e você já voou ali........ a região é só de morrinhos, florestas, rotor e cruel de pousos..............
- Volta que o vôo vai ser mais visual e mais tranquilo.
- Que nada, vamos lá que a formação tá bonita.
Engatado no teto passo de Japeri para Paracambi e parto na direção entre Barra do Piraí e Valença.
A coceira do Cross fala mais alto que a sensatez.
A faixa de vôo encolhe, o teto de 1.300 a 1.400m e o piso sobe pelo menos 600m, com morrinhos a 800m.
Sobram poucos metros para as tiradas.
Não podem ser longas, tenho que partir direto para a mais perto e engatar senão é chão.
Chapar no meio dos morrinhos do planalto de Paulo de Frontim não é nada agradável.
Com as pernas tremendo chego na próxima já naquela de olhar o melhor morrinho para chapar.
Mas, ufa, sinto a térmica cisalhada pipocar e engato derivando para sair da primeira roubada.
- Pronto a pior parte já passou.....
Olho para frente e que nada, teto baixo e mais morrinhos mas, pelo menos tem formações ao alcançe.
Cruzo para a serrinha e engato na condição de novo.
Agora outra decisão crucial.
O vento está acompanhando um pouco o relevo mais para Sudeste em baixo e mais Nordeste em cima.
Sigo no Nordeste ?
Acho que não, a possibilidade de alcançar a próxima se mudar a rota uns 45º vai melhorar.
- É isso aí, tem umas formações lá na frente, depois do rio.
- E dá prá chegar lá.
Sai da linha de sustentação e para a cruzada só pego pequenos rotores e vento de través.
Cruzo o rio, chego no que parecia bom e a formação já tinha passado.
Corro a pequena cordilheira, olho para os pastos lá no final e ....
- Vamos é esticar o L/D para chegar no pasto perto da estrada.
Pri...Pri....
Sobe, desce, abre o cinto....
Calcula a aproximação para o pasto mais próximo.
- Mas, vamos insistir.
- Se não ganhar pouso aqui mesmo.
- Ando mais mas, vale a pena tentar.
- A falhada tá forte.
E, tchan, tchan, tchan....
Nasce o caroço.....
- Agora não largo ela mais mais.
- Fecha o cinto....
Derivo para dentro das montanhas mas subo com tudo...
- ÔOoooooba !!!
- Tô voltando pró vôo.
- E daqui prá frente tá formando um cloud street.
- Capricha, arredonda.
- Paciência, espera chegar na núvem.
- Que nada, ele tá logo ali no próximo contra-forte.
- Tirei....
- IIIIIIiiiiiii, acho que devia ter ficado mais, vou chegar lá no limite.
- Cheguei.
- Nãooooooo, ela não tá aqui.
- Tá lá no fundo daquele vale, sem pouso, só chapadas.
Na batida do vôo, de sangue quente, sigo em frente.
Chego no fundo do vale no limite da altura.
Não dá prá pular o morro.
Cisco e nada.
Porrada prá cá, porrada prá lá e .....
- Porra, seu babaca, você tá no pé do cloud street e jogou o vôo fora....
- Caral...o, endureceu e despencou da falhada.
- Qual o menos pior morrinho da rotorzeira deste valezinho estreito e safado ?
Tome porrada.....
- Contorna a pedra da direita, volta e pica para chapar de volta naquele meio pasto, pensei....
Fui e priii..iiiii...iiiii
-Voltaaaaaaaaa.
Priiii.iiiii..iiiii
- Enroscaaaaaaa..
- Força nos braços seus babaca.
- Beleza, engatei forte.
- Não relaxa não.....
- ah.ahah.ah..ah.aa.a.a....., lá vou eu de novo.
Começo a ganhar a serra e atrás do morro aparece a cidade de Valença.
- Ufa!!!!
- Aprendeu seu trouxa!
- A térmica tá boa mas o teto tá baixo.
- Tem que ganhar bem e tirar para a mais próxima com certeza de chegar.
- Ok, ok, ok....
- Relaxa, tô ganhadão e olha o cloud street na frente.
- Vamos lá que agora é só alegria.
Aí o vôo virou alegria um cloud que me fez andar bem, passar por Rio das Flores e continuar navegando pela pequena cordilheira abaixo.
Chego no final e parto para a esquerda para novas montanhas ou vou naquela lá na frente na curva do rio com a montanha do meio.
Vamos lá naquela que tem um pasto enorrrrrrmmeeee na beira do rio e um povoado do lado.
- Beleza, que visual ....
- Tô no meio do mundo, sozinho e estampadão no céu...........
Vou seguindo tranquilo, tranquilo e chego na formação na média altura e o vario começa a cantar de novo.
Arredondo.
Térmica suave e ...
- Rapaz agora que saí da roubada e que aparecem estes urubús para azarar a minha térmica.
- Sai daí neguinho.......
- É, tá bonito mas tá acabando.
- Olha o buraco azul prá frente.
- A próxima formação tá lá prá Juiz de Fora.
- Não dá prá chegar.
- Só se engatar naqueles pedrocos no meio do caminho.
- É, mas eles já estão esfarelados.
- Mas é o caminho mais seguro para este final de vôo.
- IIIIiiiii, não vai dar prá chegar encima deles.
- Vamos entrar pelo vale a dentro, ciscar lá e voltar para aqueles maravilhosos pastos lá no fundo...
No meio do vale aquela de final de tarde, fraca, suave e que também não rende muito.
Ganho o suficiente para olhar para o outro lado e penso vamos esticar por cima na direção daquela cidadezinha (Belmiro Braga).
Outra decisão meio tola.
Chego na montanha no limite.
Cruzo e caio no rotor.
Cruzo rente por umas florestinhas e quando de repente atrás do morro aparece, imaginem, um imenso campo de polo, isto mesmo, polo, todo plano com a grama recém aparada.
- Chega, é aqui mesmo.
Aproximo.
Entro picado e como ele estava no rotor, catabummm
Um sonoro chrash para encerrar a aventura.
O gerente da fazenda e dois ajudantes estavam ali e incrédulos não sabiam o que dizer ainda mais quando disse que vinha de São Conrado !
Fazenda Paraíso !
Para surpresa minha, de Armando Klabin, tio do nosso saudoso amigo Maurício Klabin.
Desmonto a asa e vamos prá cidade esperar o resgate que chega às 22:00h.
Antes ligo para os amigos e o alvoroço na praia e na internet vocês já sabem.
Brigaduuuuuu......
Geraldo Nobre

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Começa dia 2/março a primeira etapa do Campeonato Brasileiro em Castelo/ES

Mensagem da Organização do campeonato Brasileiro de Asa-Delta

Estamos confirmando a realização em Castelo - ES da Primeira Etapa do Campeonato Brasileiro de Vôo Livre 2008, modalidade Asa-delta, no período de 1 a 8 de março, evento que servirá como a primeira seletiva para definir a Equipe Brasileira que irá representar o país no próximo campeonato mundial, a ser realizado na França, em 2009. A seleção da Equipe Brasileira é feita através do resultado final do Ranking Brasileiro de Vôo Livre do ano anterior à convocação. Esta competição será também a primeira etapa do SUPER RACE BRASIL, uma competição nacional aberta.


O mês de março em Castelo será de puro vôo livre. De 01 a 08 teremos a 1ª Etapa do Brasileiro de Asa Delta, pela primeira vez realizada no Estado do Espírito Santo, e dos dias 12 a 22, o 1º Pan Americano FAI de Parapente.

O campeonato contará com os melhores pilotos do país, representando diversos Estados da Federação. Do Rio de Janeiro e São Paulo vêm maioria, porém é do Rio Grande do Sul que vem o atual campeão brasileiro, André Wolf, para defender o seu título. André Wolf está numa fase ótima. Em 2007 além de conquistar o título de campeão brasileiro, conseguiu a quebra do recorde nacional de distância livre, voando 452 km em Quixadá ,no Ceará. E no início do ano , em seus treinamentos, quebrou o recorde gaúcho de distância livre, que era dele mesmo, voando a marca de 322 km, decolando de Igrejinha. Porém será uma batalha difícil manter-se no topo do ranking brasileiro de vôo livre, isto porque é um circuito super-competitivo e vários pilotos têm igual potencial para ser campeões, entre eles Leonardo Dabbur (SP), atual vice-campeão brasileiro, Álvaro Sandoli (Nenê Rotor, SP), Gustavo Saldanha (RJ), os irmãos Niemeyer (RJ) e segundo informações deverá estar voltando ao Circuito Brasileiro de Vôo Livre, após 2 anos afastado das competições, o piloto Betinho Schmitz, gaúcho, 9 vezes campeão brasileiro.

 

O Campeonato Brasileiro de Vôo Livre, que está em sua 33ª edição, é disputado em duas categorias, a Principal e a Ascendente. A Principal é formada por todos os pilotos concorrentes e na categoria Ascendente, excluem-se os pilotos que formam a categoria Elite do Brasileiro. O piloto de Brasília, Glauco Pinto, conquistou ano passado o título de Campeão Brasileiro na categoria Ascendente e este ano disputará entre os da Elite. O Vice-campeão da categoria Ascendente, o piloto gaúcho César Castro também subiu de categoria e estará com Glauco estreando entre os "Top Pilots".


O Circuito Brasileiro de Vôo Livre conta com 3 etapas principais e 5 regionais, todas contando pontos para o Super Race Brasil, que terá dez etapas. Vai passar também por Andradas (MG), Cambuquira (MG), Porciúncula (RJ), Itamonte (MG), Brasília (DF), Belo Horizonte (MG), Carmo do Rio Claro (MG), Nova Iguaçu ou Saquarema (RJ) e Petrópolis (RJ).

As condições climáticas em Castelo são excelentes, além da espetacular paisagem montanhosa, a predominância de correntes de ar favorece a prática do vôo lire e a infra-estrutura para o esporte é total. A condição de vôo promete boas provas e longos percursos voados, com teto de 2400 m, térmicas de 5 m/s e condições de voar até as 18:00 h. As provas serão sempre de velocidade em circuito pré-determinado, sendo vencedor da prova o piloto que completar o circuito no menor tempo.

 

O Campeonato Brasileiro de Asa-delta e o Pan Americano terão decolagens na Rampa de Ubá, que está a 960 metros de altitude, localiza-se a 27 km da cidade, de fácil acesso, permite várias decolagens simultâneas, e boa infra-estrutura. O pico do Forno Grande, a Pedra do Dedo e a Cachoeira da Prata fazem parte do belo cenário. A decolagem é natural, gramada, com inúmeros pousos alternativos.


Programação:


01/3/08 11:00 hs – Inscrições dos pilotos na rampa de Ubá;

13:00 hs - Decolagens para a prova treino

20:00 hs – Coquetel de abertura do evento

02/3/08 12:00 hs – 1ª Prova da competição com decolagens da Rampa de Ubá

18:00 hs – Marcação dos vôos e divulgação dos resultados

02 a 8/3/08 - 7 provas da competição

08/8/08 12:00 hs – Prova Final

18:00 hs – Marcação dos Vôos e Divulgação dos Resultados;

22:00 hs - Cerimônia de premiação e festa de encerramento da competição

  

Este será um evento aberto e estará sendo divulgado na página do campeonato, www.hipoxia.com.br, no blog do Super-Race, www.superrace2008.blogspot.com e na página da ABVL, www.abvl.com.br .

Todas as informações do Circuito Brasileiro, o histórico do vôo livre, informações sobre a competição, o Super Race Brasil 2008, os eventos do Super Race 2007, os resultados das competições anteriores, o ranking nacional e estadual RJ atualizado, os regulamentos e diversas outras informações relativas ao Vôo livre, encontram-se divulgadas no blog do Super Race Brasil, www.superrace2008.blogspot.com ,e seus links.


Bons ventos,


Haroldo Castro Neves

Coordenador-geral / Representante ABVL

e-mail: voadorhcn@ig.com.br ,